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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Petição CONTRA O ABATE DAS ÁRVORES DO ANTIGO LYCEU CAMÕES

Tendo em conta a proximidade da remodelação do edifício da nossa escola e o projecto apresentado para a mesma, nomeadamente no que toca ao abate das árvores existentes, o Núcleo de Ambiente da AE Camões decidiu lançar uma petição. Lê, e assina e divulga se concordares :)

Clica Aqui para ASSINAR A PETIÇÃO


Petição CONTRA O ABATE DAS ÁRVORES DO ANTIGO LYCEU CAMÕES

Para:Responsáveis pela remodelação da escola

CONTRA O ABATE DAS ÁRVORES DO ANTIGO LYCEU CAMÕES

Depois de cem anos de história do Lyceu Camões o plano de remodelação deste edifício, obra que será gerida pela Parque Escolar, pretende abater grande parte, senão todas, as presentes árvores da nossa escola. Porque as árvores do Camões fazem parte de um património identitário incontornável é urgente a sua preservação.

As árvores, nomeadamente os plátanos, são um elemento fundamental para a interpretação do espaço e do tempo da escola, a nível paisagístico, de fruição colectiva de uma zona verde singular, e a nível patrimonial e histórico, como motivo agregador de atenções de todos aqueles que com elas contactaram, de onde inclusive, resultaram referências literárias directas à sua presença. São insubstituíveis naquilo que hoje representam.
A “Alameda das Tílias” é outro conjunto de árvores que corre sério risco, assinalável no contexto de memória do espaço e do tempo da escola. Contribuem também para uma ambiência característica, para um microclima urbano e um controlo da passagem das estações do ano que experienciamos.
Entre as árvores que encontramos na escola destaca-se ainda a presença de um exemplar, uma coralina, digna de registo no contexto arbóreo da cidade de Lisboa. A coralina faz parte de um património botânico associado às origens da escola, ao seu primeiro reitor, Ruy Telles Palhinha, sendo um eco da sua paixão.

Tendo em conta tudo isto, porque as árvores do Camões são seres vivos com História que respeitamos, vimos por este meio expressar a nossa vontade: queremos que estas árvores continuem a ocupar o seu lugar na escola.

Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

Área de Projecto - Linguagens e Cinema


Baile de Gala

Na próxima quarta-feira, dia 2 de Junho, haverá o Baile de Gala para celebrar o final do ano.

Jantar de Gala

Preço: 15€ com bebidas à discrição (até o final do jantar).

Horas: 20h-22h30. Após o jantar, haverá o baile das 22h30 às 02h30.

Local: Ginásio Velho

Para quem quiser vir apenas ao Baile, há bilhetes de 5€ (com direito a uma bebida). Temos ainda um desconto de €2 neste bilhete para quem tiver o Cartão de Descontos da AE.

Os bilhetes estarão á venda na Associação de Estudantes e pela escola até o próprio dia 2 de Junho, mas é possível que esgotem, portanto fala com amigos e compra o teu bilhete o mais rápido possível!

Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

As Árvores do Camões

As Árvores do Camões. História. Sombra. Compasso das estações. Poiso de pardais, melros e chapins. Verde. Um património material e imaterial.

I: As Árvores do Camões têm histórias.

Acompanharam a escola, os seus alunos, professores e funcionários. São testemunhos vivos do tempo. Sobre os seus ramos e folhas, escreveram-se e escrevem-se textos. São literatura em 3D. São manuais de botânica sempre abertos. São eco da paixão de Ruy Telles Palhinha pelas plantas (a coralina é a árvore anciã das flores de fogo).

II: As Árvores do Camões dão-nos sombra.

Os intervalos da primavera e do verão passam-se sob as árvores, nas suas sombras. Mesmo quando não há folhas, os seus ramos continuam a ser o primeiro guarda-chuva, oferecendo-nos mais ou menos filtrada a luz do Sol. A sombra das nossas árvores demorou décadas a crescer. A sombra de uma árvore sempre demorou décadas a crescer. Existem sombras que todos nós gostaríamos de continuar a ver, amanhã (coralina, uma tília e mais outra, e outra ainda).

III: As Árvores do Camões relembram-nos as estações que perdemos.

Haverá melhores contadores do tempo na nossa escola que as árvores? A variação das suas copas conta-nos o ciclo das estações. Os ramos despindo-se com o correr do 1º.Período. As primeiras folhas no 2º.. Plenas de folhas, acordam-nos para o 3º., relembram-nos como passa o tempo, e na alameda das tílias flutua um perfume insubstituível (os plátanos e as tílias).

IV: As Árvores do Camões são o palco para os chamamentos das aves.

Trazem-nos as melodias da natureza à escola na cidade. Mesmo não conhecendo os camonianos os chapins e as felosas, eles são a sua paisagem sonora. São frondosas, são ninho, abrigo, biodiversidade (entre as tílias, as que não estão doentes, a coralina e algum plátano, talvez).

V: As Árvores do Camões são o nosso verde.

Suavizam os espaços, tranquilizam-nos, são os pulmões da escola (as árvores que o Camões poderá continuar a ver amanhã).

VI: As árvores do Camões são as Árvores do Camões.

João Farminhão

Quarta-feira, 5 de Maio de 2010

Tertúlia sobre Direitos da Criança

No próximo dia 10 de Maio, 2ª feira, às 18h terá lugar no auditório da escola uma tertúlia sobre Direitos da Criança. Organizada pela Amnistia Internacional, contará com a presença da Profª Tatiana Moura do NEP/ CES da Universidade de Coimbra. Aparece!



Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Petição Pela redução do número máximo de alunos e alunas por turma e por professor/a.

Esta petição foi lançada na ultima terça-feira e tem todo o apoio da AE do Camões porque exige uma das medidas mais importantes a ser tomada pelo ME (Ministério da Educação), a redução de numero de alunos por turma e por professor/a.
Assinem e ajudem esta iniciativa que consegue unir professores, alunos e pais:


Petição Pela redução do número máximo de alunos e alunas por turma e por professor/a.

A igualdade de oportunidades no acesso e no sucesso para todos os alunos e alunas não é uma realidade. Muitos factores contribuem para o facto de Portugal possuir um dos mais selectivos sistemas de ensino na Europa, e o elevado número de alunos por turma e por professor/a, em tantas escolas do país, é um deles.

Não se pode falar de diferenciação e de individualização do ensino -aprendizagem com 28 alunos por turma. Não se pode falar do direito ao sucesso para todos com professores com 7 e 8 turmas. Não se pode falar com verdade sobre planos de recuperação, ou quaisquer estratégias individualizadas, com turmas sobrelotadas e professores/as com 160 ou 170 alunos.

A presente petição é para mudar esta realidade. Ela é subscrita por encarregados de educação, mães e pais, por professores e professoras, por alunos e alunas, por cidadãos e cidadãs para quem a qualidade do ensino na escola pública e o direito ao sucesso para todos/as é uma prioridade.

Assim sendo, os cidadãos e as cidadãs abaixo identificados/as defendem a alteração dos limites em vigor para a constituição de turmas, bem como critérios de relação docente/número de turmas, propondo que:

1 - No Jardim-de-infância e no 1.º ciclo do ensino básico, a relação seja de 19 crianças para 1 docente, alterando-se para 15 quando condições especiais - como a existência de crianças com necessidades educativas especiais ou outros critérios pedagógicos julgados pertinentes, no quadro da autonomia das instituições - assim o exijam. Deve ainda ser colocado/a um/a assistente operacional em cada sala de JI.

2- Do 5.º ano ao 12.º ano, o número máximo de alunos e alunas por turma seja de 22, descendo para 18 sempre que se verifiquem as condições acima enunciadas.

3 - Do 5.º ao 12.º ano, cada professor e professora não poderá leccionar, anualmente, mais de cinco turmas, num limite de 110 alunos.

Primeiros/as subscritores/as:

Miguel Reis (Professor, Movimento Escola Pública), Helena Dias (exPresidente da Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais, Movimento Escola Pública), Pedro Feijó (Associação de Estudantes da Escola Secundária Luís de Camões), Paulo Guinote (Professor, Autor do blogue “A Educação do Meu Umbigo”), Maria José Viseu (Presidente da CNIPE: Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação), António Avelãs (Professor, Presidente do SPGL - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa), Ricardo Silva (Professor, Presidente da APEDE – Associação Portuguesa em Defesa do Ensino), Maria do Rosário Matos (Professora, Directora do Agrupamento de Escolas Francisco Arruda), Manuel Sarmento (Investigador, Professor da Universidade do Minho), Mário Nogueira (Professor, Secretário Geral da FENPROF – Federação Nacional de Professores), Manuel Reis (Estudante da Escola Secundária de Bocage), Manuela Mendonça (Professora, Coordenadora do SPN – Sindicato de Professores do Norte) António Amaral (Presidente da FERSAP - Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais), Ramiro Marques (Professor, Autor do blogue “ProfAvaliação"), Luiza Cortesão (Professora Emérita da Universidade do Porto, Presidente da Direcção do Instituto Paulo Freire de Portugal), Joaquim Sarmento (Professor, MEM -Movimento Escola Moderna), Octávio Gonçalves (Professor, PROmova – Movimento de Valorização dos Professores), Maria José Vitorino (Professora, Bibliotecária), João Madeira (Professor, Historiador), José Carlos Leitão (exPresidente da Federação das Associações de Pais de Vila Nova de Gaia), Ilídio Trindade (Professor, MUP – Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), Paulo Sucena (Professor, exPresidente da FENPROF), Albino Almeida (Presidente da CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais), Universina Branca Coutinho (Jurista, ex Presidente da Federação de Pais do Concelho da Amadora), André Portas (Associação de Estudantes da Escola Secundária Luís de Camões), Vítor Sarmento (exPresidente da Confederação Nacional das Associações de Pais).

Link da petição:
http://www.peticaopublica.com/?pi=aluturma