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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Projecto Educativo Da Escola

Aqui fica o convite para um debate sobre o Projecto Educativo. É do interesse de todos os alunos, já que este dirá qual o Projecto a adoptar durante os próximos 3 anos!
A.E. Camões


REUNIÃO COM TODA A COMUNIDADE EDUCATIVA

APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DA PROPOSTA DE PROJECTO EDUCATIVO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMÕES
2010/2013
“Pera espertar engenhos curiosos”
Camões, “Os Lusíadas”, CantoVII, Estância 82
5 DE MAIO DE 2010, 18Horas

Convidamos os professores, os alunos, os funcionários e os pais e encarregados de educação a participarem na reunião de debate do Projecto Educativo para o triénio (2010/13), no próximo dia 5 de MAIO(quarta-feira), pelas 18:00 horas, na Biblioteca.
Só com a participação de todos poderemos ter um bom projecto educativo! Não faltem.

Lisboa, 28 de Abril de 2010

João Jaime Pires
O Director

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Dar Voz à Cidadania!


A tua AE participará amanhã num debate promovido pela Associação Mais Cidadania, que será às 21h30 no Skills Bairro Alto. Sabemos que o horário não é o melhor, mas aparece se puderes! : )








quinta-feira, 22 de abril de 2010

APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DO ANTE-PROJECTO DE REMODELAÇÃO DO CAMÕES


1. A Parque Escolar apresentou à Direcção, no dia 14 de Abril de 2010, o ante-projecto de intervenção na Escola. A apresentação foi feita pela equipa de arquitectos e outros técnicos coordenada pelo arquitecto Falcão de Campos e pela arquitecta Liliana Monteiro em representação da Parque Escolar.

2. Estão disponíveis para consulta na sala de professores ou no átrio da Biblioteca:
- O estudo prévio;
-Algumas plantas;
- A maquete.

3. O ante-projecto estará em discussão na escola até 29 de Abril.

Participem:
1. Colando sugestões, dúvidas, perguntas, …., na caixa.
2. Participando nos momentos informais de esclarecimento, na Biblioteca, no dia 26 de Abril, das 11:45 às 13:30 horas e das 17:30 às 19:30 horas, com a presença do Arq. Falcão de Campos.
Só participando poderemos ainda influenciar o projecto!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cout(ad)inhos

Era este o título do artigo que mandei para a direcção do Correio da Manhã, utilizando o meu direito de resposta ao artigo escrito por Pereira Coutinho a 2 de Abril.
Depois de uma luta para fazer com que o CM respondesse, finalmente publicaram o artigo (mas sem o título). Ficam aqui ambos, comentem!

02 Abril 2010 - 00h30
A voz da razão
A democracia do Feijó


Que dizer das alterações ao Estatuto do Aluno? Pais e sindicatos concordam. Mas há sempre quem discorde: os alunos. Basta ouvir Pedro Feijó, representante nacional dos ditos. Na opinião do menino Feijó, as alterações propostas são ‘uma listagem de maneiras de punir os alunos’ e não, como ele gostaria, ‘uma forma de integrar os estudantes na participação democrática nas escolas’.
Deixemos de lado a punição, que aliás só peca por modesta ao não prever a reprovação por faltas ou a exclusão do sistema de puros delinquentes. O pensamento do menino Feijó é sobretudo um auto-retrato do naufrágio educativo. Porque a indisciplina e a mediocridade do nosso ensino são um produto directo deste romantismo para o qual as escolas não são instituições dotadas de autoridade e hierarquia. São uma festa permanente onde docentes e discentes estão ao mesmo nível e, quem sabe, até trocam de lugar várias vezes ao ano. O menino Feijó quer mais ‘participação democrática’. Infelizmente, o ensino português só terá futuro quando as escolas deixarem de ser espaços democráticos onde a canalha manda.
João Pereira Coutinho, Colunista





21 Abril 2010 - 00h30
Opinião
Resposta a Pereira Coutinho

Quando eram jovens, os meninos coutinhos eram "canalhas", como hoje nos chamam. Agora que são adultos, os coutinhos têm filhos "canalhas", sobrinhos "canalhas" e amigos com filhos "canalhas". Eu adoraria pensar o contrário, mas a verdade é que, se assim não fosse, os coutinhos saberiam que há nas escolas imensos jovens fantásticos e conscientes, que só não participam mais na construção das mesmas porque têm as mãos atadas pela legislação.
Aos coutinhos eu direi que é preciso uma escola que seja uma comunidade consciente e compreensiva. Um espaço oportuno de democracia que combata o país conformista que temos. E questionar-lhes-ei ainda se achariam justo serem tratados por documentação importante, como é o Estatuto do Aluno, como seres padronizados sem a real oportunidade de participação e representação democrática. Afinal de contas: Qual é a Democracia dos Coutinhos?
Aos jovens conscientes, e há-os por aí mais do que pensam, faço um apelo para que se juntem, se informem e para que lutem pela democracia nas vossas escolas e faculdades. Para cada jovem que constrói haverá sempre um coutinho a destruir. A nossa construção? Podem vê-la em Xcamoes.blogspot.com.
Pedro Feijó, Associação de Estudantes da Escola Secundária de Camões

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Dias Abertos! I

Não deixem de aparecer!
Quando uma escola inteira se junta para fazer educação, coisas fantásticas acontecem:















Dias Abertos! II
















Dias Abertos! III





sábado, 3 de abril de 2010

Bullying

Violência física e/ou psicológica nas escolas.... não é um problema fácil. Muito menos é um problema possível de explicar em cinco minutos. E por isso mesmo não o vou tentar fazer, remetendo-vos para o vídeo de alguém que lida com estas questões no dia-a-dia da sua profissão: a pedo-psiquiatra Ana Vasconcelos.
No entanto, vão-me perdoar que deixe um curtíssimo comentário. Penso que, em parte, o problema do bullying têm a ver com uma falta de capacidade de universalidade moral por parte do agressor (a Dr.ª Ana chama-lhe empatia :) ). Não é com medidas punitivas e com a desumanização da figura do professor na sala de aula (pondo-o como um robôt autoritário) que se resolve esta questão.
Algumas propostas para a melhoria do acompanhamento pedagógico dos alunos, prevenindo e procurando resolver casos de bullying:
  1. Aumento do número de funcionários numa escola (os casos seriam mais fáceis de detectar e acompanhar)
  2. Formação de funcionários e professores para a resolução de conflitos
  3. Diminuição do número de alunos por turma (maior aproximação pedagógica e capacidade de compreender a dinâmica de turma).

e fica o vídeo :)

O Estatuto do Aluno - algumas propostas

Reunião Lista X -> Isto são agentes construtores da escola, camandro!


É necessário pensar a fundo a função do EA. Trata-se do documento que, na sua essência, deve definir o papel do aluno na escola; em termos de estrutura legislativa, é a própria definição do que é o estudante.
Queremos que o EA continue a ser uma mera listagem de formas de punir os alunos? Não. Queremos que nos deixe de tratar como simples organismos de estímulo-resposta numa obsoleta visão behaviorista. E por isso reivindicamos que se incluam mais armas de participação democrática para os estudantes.

Compreende-se que o ME especifique os mecanismos sancionatórios face ao período que vivemos, mas ao fazer-se uma segunda alteração ao EA então que se aproveite para aumentar essas possibilidades. Tendo em conta isto sugerrmos alterações ao EA para que:

1.O estudante, o seu delegado e os seus Encarregados de Educação tenham o direito de ser ouvidos caso haja a necessidade dade da aplicação de uma medida correctiva ou sancionatória.

2.Um estudante tenha o direito a ser ouvido sobre um determinado tema em Conselho de Turma no caso de ter um abaixo-assinado com as assinaturas de, pelo menos, metade dos alunos da sua turma.

3.Os estudantes tenham faltas justificadas/relevadas para participar em três Reuniões Gerais de Aluno por ano (em vez de duas).

4. O delegado e subdelegado possam marcar uma reunião por período com os seus representados com faltas justificadas/relevadas, não podendo estas coincidir com provas de avaliação (testes, trabalhos, etc…) e tendo de ser comunicadas ao professor da disciplina com uma semana de antecedência . Nesta reunião a presença do Director de Turma, ou de outro professor, seria decidida pelos alunos.

5.A aplicação de medidas correctivas ou sancionatórias deve ser sugerida pelo Conselho de Turma ou pelo Director de Turma, sendo posteriormente aprovada pelo Director da escola no caso das medidas mais severas.

6.A extensão para 10 dias úteis do prazo para justificar uma falta (qual o sentido de serem 3 dias úteis se podemos nem ter aulas com o nosso DT num período tão curto??)


São cinco medidas simples que aumentariam as possibilidades de intervenção democrática nas escolas por parte dos alunos. O ME fala na responsabilização dos pais e na valorização da pontualidade, mas como queremos dar autonomia e responsabilidade aos estudantes tirando-lhes a possibilidade de se emanciparem nesse sentido?

No debate Prós e Contras, que ficou marcado por uma mesa de opinião viciada e pela quase ausência de estudantes e docentes que leccionem, Paulo Portas referiu que 98% dos estudantes eram “fantásticos, querem aprender e querem fazer um grande esforço”. A pergunta final que vos faço é o porquê de termos um documento tão essencial como o EA virado para os 2% que são “mauzões” e continuarmos sem dar aos outros 98% a possibilidade de real intervenção e acompanhamento pedagógico.




Pedro Feijó,
pela AE Camões,
Representante Distrital da DNAEESB

Reunião ME 30.03


Na passada terça-feira, dia 30 de Março de 2010, a DNAEESB reuniu com o Ministério da Educação (ME) com o fim de discutir as alterações ao Estatuto o Aluno (EA). Estiveram presentes os representantes da DNAEESB de Lisboa e Setúbal, o Secretário de Estado João da Mata e os membros do seu gabinete com quem já tínhamos reunido anteriormente, Conceição Gonçalves e Filipa Jesus.
Deixarei aqui a minha opinião sobre a mesma sendo que no final encontrarão as propostas concretas que o ME propõe.

As propostas que o ME propõe acabam por ser aquilo que já esperávamos: face à enorme mediatização que os fenómenos de bullying têm tido recentemente, apresentam-nos uma resposta mais virada para mudar a opinião pública do que para pensar o EA a fundo. As medidas propostas? Reforçar a autoridade dos professores e do Director, responsabilizar os pais, “valorizar” a pontualidade, clarificar e desenvolver as medidas de punição para castigar os maus alunos – envolvendo entidades como a CPCJ e até a GNR e a PSP.

Algumas das medidas são boas e necessárias, mas infelizmente tenho de repetir o que disse o meu colega Rodrigo Dias relativamente à última reunião que tivemos com o ME: “saímos desiludidos com um conjunto de aspectos - é algo deprimente que os responsáveis pelo Sistema de Educação não se apercebam de falhas graves da sua parte”.

É necessário pensar o Estatuto como uma possibilidade de melhoria do ensino, e não apenas como uma forma de colmatar as falhas do ensino actual (até porque uma destas grandes falhas é não ter pensado nesta mesma necessidade quando era a altura devida). Esta melhoria tem de passar pela inclusão dos alunos na gestão democrática das escolas, por pensar os alunos como agentes construtores de uma escola que também se adapta a eles.
Uma outra falha grande é a continuar a centralização do poder no Director, não só por uma questão de falta de democracia e real acompanhamento pedagógico, mas também porque é um excesso de carga para uma pessoa só (o Director já preside ao CP e está presente no CG, além das suas responsabilidades de gestão no dia-a-dia).

Gostaria de sublinhar também uma boa alteração sugerida pelo ME: a substituição das tão faladas “provas de recuperação” por medidas de “diferenciação pedagógicas”, que permitem a adequação a cada caso real e não permitem a reprovação por faltas.
E ainda que o ME nos disse que o despacho sobre Educação Sexual já foi, finalmente, para publicação.


Propostas e contra-propostas

Art. 2º, 6º e 17º
Valorização da pontualidade (acrescentando-a às referências a assiduidade)

Art. 10º
Possibilidade de cooperação com a PSP e a GNR em situações de ameaça à integridade de membro da comunidade escolar.

Art. 12º
Inclusão da Carta dos Direitos Fundamentais.

Art. 20º
(Lamento, mas não anotei todas as alterações neste ponto)
As faltas são injustificadas quando: a justificação for apresentada fora de prazo, a justificação não for aceite ou quando a falta decorre da ordem de saída da sala de aula.

Art. 21º -> Responsabilização dos pais pela assiduidade

1 semana de faltas injustificadas -> avisam-se os pais
Os pais são responsabilizados e chamados para arranjar soluções
Às duas semanas de faltas injustificadas, comunica-se também à CPCJ para procurar soluções

Deixa de existir prova de recuperação havendo “medidas de diferenciação” definidas pelo Regulamento Interno de cada escola, “a fim de promover aprendizagens que não tenham sido realizadas devido à falta de assiduidade, sendo a família informada e co-responsabilizada”.

Art. 26º
“Repreensão, a utilizar dentro ou fora da sala de aula, por professores ou funcionários, enquanto censura oral ao aluno por um comportamento perturbador das actividades ou das relações, com vista a responsabilizá-lo pelo cumprimento dos seus deveres.”

“Atribuição ao Director da competência para aplicação das medidas correctivas, ouvido o Conselho de Turma”
Atribuição ao Director da competência para aprovação da aplicação de medidas correctivas propostas pelo Conselho de Turma ou pelo Director de Turma, ouvido(s) o estudante em causa e/ou os seus Encarregados de Educação.


Art. 27º -> Reforço da competência do Director

“A aplicação da medida sancionatória de suspensão da escola até 10 dias úteis é da competência do Director”
Atribuição ao Director da competência para aprovação da aplicação da medida sancionatória de suspensão da escola até dez dias úteis, proposta pelo Conselho de Turma ou pelo Director de Turma, ouvido(s) o estudante em causa e/ou os seus Encarregados de Educação.
Mudar o ponto 5 do Art. 27º para tirar a referência a instituições privadas.

Suspensão preventiva - > Passa a haver participação à CPCJ.
Pedro Feijó
AE Camões
Representante Distrital da DNAEESB

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O que faz falta!


A AE Camões assinou um protocolo com o Teatro Villaret relativo à peça "O Que Faz Falta".

O preço do bilhete comum é €15, mas para a comunidade do Camões custa apenas €5!
Vem e traz um amigo também!
Para terem o desconto basta apresentarem o cartão de estudante (ou equivalente) na compra do bilhete.

Aqui ficam algumas informações: http://oquefazfaltamusical.blogspot.com/




O Que Faz Falta Um Hino à Liberdade no Teatro Villaret “O Que Faz Falta” conta a história da revolta do povo de Fuenteovejuna contra um comendador déspota e violador. Esta é a essência da história que Lope de Vega escreveu e que mantemos no essencial, uma história escrita no início do séc.XVII. Integramos as músicas de Chico Buarque de forma a sublinhar, agora numa leitura dos anos 60 e 70, um testemunho mais próximo de nós, da luta contra a prepotência e a ditadura.